Ex-militar de Resende disputa Mundial de Ironman 70.3 na França
Aos 55 anos, o resendense Evandro Graciani, ex-segundo sargento do Exército, disputa neste domingo o Mundial de Ironman 70.3 na França. Largada masculina às 2h de Brasília, com cerca de 3.500 atletas na prova.
O resendense Evandro Graciani, ex-segundo sargento do Exército, disputa neste domingo o Mundial de Ironman 70.3 na França. Aos 55 anos, ele compete na categoria de 55 a 59 anos e terá pela frente uma das principais provas da carreira.
A largada masculina está marcada para as 2h da manhã no horário de Brasília e 7h no horário local, com cerca de 3.500 atletas. A competição feminina acontece neste sábado, reunindo aproximadamente três mil competidoras.
A classificação de Graciani para o Mundial veio após a participação no Ironman 70.3 do Rio de Janeiro, em 2025. Na ocasião, ele terminou em quarto lugar na categoria, resultado que garantiu a vaga para a disputa internacional.
A relação com o triathlon começou há cerca de oito anos, quando o então militar foi para a reserva do Exército. Desde então, o esporte passou a ocupar espaço central na rotina do atleta.
O que muda para quem acompanha de perto
Para o leitor que segue o triathlon brasileiro, a prova deste domingo interessa por dois motivos práticos. O primeiro é a janela de horário: às 2h de Brasília, a transmissão exige ajuste na rotina de quem quer acompanhar a largada ao vivo. O segundo é o tamanho do pelotão, cerca de 3.500 atletas, número que amplia a disputa por posição em cada trecho da prova.
O percurso do Ironman 70.3 soma 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida, formato que exige gestão de ritmo e transição eficiente. É nesse tipo de prova que a leitura de sistema de jogo, aqui traduzida em estratégia de prova, pesa tanto quanto o condicionamento físico.
A trajetória de Graciani ajuda a entender o cenário. A vaga veio de um quarto lugar na categoria no Rio de Janeiro, em 2025, e a rotina de treinos se consolidou depois da reserva do Exército, há cerca de oito anos. Ou seja, a classificação não foi um resultado isolado, mas o acúmulo de um ciclo longo de preparação.
Para o próximo confronto decisivo da rodada, a expectativa fica na resposta do atleta ao pelotão internacional da faixa 55 a 59 anos. Ironman 70.3 Rio de Janeiro