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Jogador do Paulista com parada cardíaca implanta desfibrilador

ResumoO atacante Andryl, do Paulista, implantou um desfibrilador cardíaco cerca de 50 dias após sofrer parada cardíaca em treino. O dispositivo previne novos episódios e exige repouso absoluto no período pós-procedimento. A medida visa garantir a segurança do jogador em futuras atividades esportivas.

Cerca de 50 dias após sofrer parada cardíaca em treino, o atacante Andryl, do Paulista, implantou um desfibrilador no coração. O dispositivo previne novos episódios e exige repouso agora.

Juliana Prado
por Juliana Prado · 12 de agosto de 2026
Jogador do Paulista com parada cardíaca implanta desfibrilad

Jogador do Paulista que sofreu parada cardíaca implanta desfibrilador no coração

O atacante Andryl, de 21 anos, do Paulista, passou por uma cirurgia para implantar um desfibrilador no coração. O procedimento ocorreu cerca de 50 dias após ele sofrer uma parada cardíaca durante um treino do clube, em junho. O jovem permanece em repouso agora.

O chamado Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI) é um dispositivo eletrônico que age emitindo um choque elétrico quando identifica uma iminente interrupção da função cardíaca. Ou seja, ele funciona como uma proteção constante contra novos episódios.

O que é o CDI e como ele funciona na prática

O CDI é um pequeno aparelho implantado sob a pele, geralmente na região do tórax, conectado ao coração por fios. Sua função é monitorar o ritmo cardíaco em tempo real. Se detectar uma arritmia perigosa, ele envia um choque para restabelecer o batimento normal.

Para quem não é da área médica, dá para pensar no CDI como um guarda-costas silencioso. Ele não age o tempo todo, mas está pronto para intervir no momento exato em que o coração ameaça parar. A cirurgia é preventiva e exige um período de recuperação.

No caso de Andryl, o dispositivo foi implantado para evitar que uma nova parada aconteça. O atacante segue em repouso, o que é parte essencial do pós-operatório.

O que aconteceu com Andryl em junho

Andryl foi hospitalizado no dia 22 de junho após sofrer uma parada cardíaca durante um treino do Paulista. Ele foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e chegou ao hospital em estado grave.

O jogador permaneceu pouco mais de uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A recuperação foi gradual, e a cirurgia desta semana representa mais um passo no cuidado com a saúde dele.

O que muda na rotina de um atleta com CDI

Quem acompanha esporte de perto sabe que uma parada cardíaca em campo não é algo raro. Mas cada caso tem sua particularidade. Para Andryl, o CDI significa que ele poderá voltar a treinar com mais segurança, desde que sob supervisão médica.

O dispositivo não impede a prática esportiva, mas exige acompanhamento regular. O atleta precisa de avaliações periódicas com cardiologista e ajustes no aparelho conforme a evolução do quadro.

É importante lembrar que o retorno aos gramados não tem data marcada. O repouso agora é a prioridade, e qualquer decisão sobre o futuro esportivo virá depois da liberação médica.

A importância do atendimento rápido

O caso de Andryl também reforça o papel do Samu no atendimento de emergências durante atividades esportivas. A rapidez no socorro foi determinante para que ele chegasse ao hospital em condições de ser tratado.

Em muitos clubes, a presença de equipes médicas e desfibriladores externos automáticos nos treinos e jogos é rotina. Isso aumenta as chances de sobrevivência em casos de parada cardíaca súbita.

O que os torcedores podem esperar

A notícia do implante traz um alívio para quem acompanha a trajetória de Andryl. O atacante de 21 anos tem uma carreira pela frente, e o cuidado com a saúde agora é o foco principal.

O Paulista não divulgou previsão de retorno do jogador aos treinos. A prioridade é a recuperação completa, e o clube deve seguir acompanhando de perto cada etapa do processo.

Para o torcedor, resta ter paciência e torcer pela recuperação plena do atleta. A medalha, nesse caso, é a volta dele à vida normal, seja dentro ou fora dos campos.

Perguntas Frequentes

O que é um desfibrilador implantável?

É um dispositivo eletrônico colocado sob a pele que monitora o ritmo cardíaco e emite um choque elétrico para evitar paradas cardíacas. Ele age automaticamente quando detecta uma arritmia grave.

Quanto tempo Andryl ficou na UTI?

Ele permaneceu pouco mais de uma semana na Unidade de Terapia Intensiva após ser hospitalizado em estado grave no dia 22 de junho.

Andryl vai voltar a jogar futebol?

Não há previsão oficial. O atleta está em repouso após a cirurgia, e qualquer retorno dependerá de liberação médica e avaliação do clube.

O que é o Samu?

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência é o serviço que atendeu Andryl após a parada cardíaca no treino. Ele foi hospitalizado em estado grave e depois transferido para a UTI.

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