Cruzeiro acusa Atlético-MG de pressão extracampo e manipulação
O Cruzeiro reagiu com dureza às declarações de Paulo Bracks, diretor do Atlético-MG, sobre o atacante Kaio Jorge e a arbitragem do empate em 1 a 1, no Mineirão, pelas quartas de final da Copa do Brasil. Bruno Spindel, dirigente cruzeirense, repudiou a postura do rival e afirmou que o clube confia nas decisões da CBF para o jogo de volta, marcado para a próxima terça-feira, na Arena MRV.
A resposta veio em tom de acusação direta. "Repudiamos a declaração da direção do nosso adversário, com o intuito de pressionar, manipular a arbitragem em tribunais e criar um clima ruim no próximo jogo", disse Spindel. "O Cruzeiro vai sempre querer decidir o jogo dentro do campo. A gente não vai aceitar esse tipo de conduta."
O dirigente também demonstrou confiança na entidade máxima do futebol nacional. "Confiamos na CBF, no trabalho da comissão de arbitragem, nos árbitros e no trabalho que vai ser feito para blindar os árbitros dessa pressão", completou.
A declaração aumenta a tensão para o duelo decisivo na Arena MRV. Com o empate no Mineirão, o Cruzeiro precisa vencer para avançar, ou repetir o placar para levar a decisão aos pênaltis. A arbitragem do confronto ainda não foi divulgada, mas a expectativa é de que a CBF escolha um trio experiente para evitar novas polêmicas.
A postura do Cruzeiro reforça a estratégia de focar no campo, enquanto o Atlético-MG tenta usar o fator casa e o peso da torcida. O clássico promete ser decidido nos detalhes, e a pressão extracampo pode ser o combustível para um jogo ainda mais disputado.