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Diniz explica ausência de Carrillo contra o Santos: "Não estava seguro"

ResumoFernando Diniz justificou a ausência de Carrillo no clássico contra o Santos por um edema na posterior da coxa, sem lesão estrutural. A comissão técnica optou por preservar o jogador diante de sinais de desconforto, priorizando a recuperação completa. A decisão visa evitar riscos de agravamento e garantir a disponibilidade do atleta para os próximos compromissos.

Fernando Diniz explicou por que Carrillo ficou fora do clássico contra o Santos: edema na posterior da coxa, sem lesão, mas com sinais que a comissão preferiu respeitar. Entenda a decisão e o que vem pela frente.

Juliana Prado
por Juliana Prado · 31 de agosto de 2026
Diniz explica ausência de Carrillo contra o Santos: "Não estava seguro"

O técnico Fernando Diniz explicou a ausência de Carrillo no clássico contra o Santos, neste domingo, na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Segundo o treinador, o meio-campista apresentou edema na região posterior da coxa, que regrediu durante a semana, mas não reuniu condições consideradas seguras para entrar em campo.

"O Carrillo era uma possibilidade, mas se ele estivesse em condições plenas. Mas ele estava com uma dor na posterior que a gente resolveu preservar, porque ele vinha de uma sequência grande e durante a semana ele não estava seguro. E a gente já está com vários desfalques nesse setor do meio para a frente e a gente achou melhor preservá-lo para esse jogo. Mas não tem lesão muscular, mas tinha sinais importantes que a gente precisava respeitar", afirmou Diniz.

O treinador reforçou que Carrillo não teve uma lesão muscular diagnosticada e que o edema regrediu ao longo da semana. Mesmo assim, a comissão técnica preferiu não correr riscos, principalmente diante dos outros desfalques que o Corinthians tem no meio de campo. Para o clássico, Diniz também não contou com André e Breno Bidon.

"Então, o Carrillo, assim, ele tinha condições antes... Mas o edema regrediu durante a semana, mas ele não reuniu condições, não estava seguro para jogar. Com o número de jogadores, ainda mais que a gente tem no Departamento Médico, principalmente no setor ofensivo, a gente achou melhor não arriscar com o Carrillo", explicou.

Diniz também destacou que o fato de o Corinthians ter tido uma semana livre entre os jogos não significava que Carrillo necessariamente deveria ser utilizado. O técnico citou Yuri Alberto e André, que também tentam retornar aos gramados, e ressaltou a importância de preservar a região posterior da coxa. Os três jogadores tiveram lesões na mesma região do corpo.

"Então, não é por conta que a gente teve uma semana aberta que a gente tinha que correr um risco com o Carrillo. A gente já tem o Yuri tentando voltar, o próprio André, e tudo meio que... Uma região do posterior de coxa. Se fosse um músculo diferente, a gente poderia até arriscar com o Carrillo, mas é um músculo que é muito solicitado pelos jogadores", completou Diniz.

Fora da Copa do Brasil, o Corinthians terá semana livre para se preparar para o jogo contra a Chapecoense. O duelo está agendado para o próximo domingo, às 19h30 (de Brasília), novamente na Neo Química Arena. Com a derrota no clássico, o Corinthians segue na 10ª posição do Campeonato Brasileiro, com 32 pontos.

Na sequência, o Timão encara o Estudiantes pela ida das quartas de final da Libertadores, na Argentina. Veja os próximos compromissos:

  • Corinthians x Chapecoense (Brasileirão, 26ª rodada): domingo, 06/09, às 19h30, na Neo Química Arena.
  • Estudiantes x Corinthians (Libertadores, ida das quartas): quarta, 09/09, às 21h30, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata.

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