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Fluminense tem 3º pior ataque do Brasil após Copa do Mundo

Fluminense vive seca de atacantes e tem terceiro pior ataque do Brasil após Copa do Mundo

O Fluminense não vence há oito jogos e o ataque é o ponto mais crítico da crise. Desde a volta da pausa para a Copa do Mundo, a equipe marcou apenas quatro gols em sete partidas. É o terceiro pior desempenho ofensivo entre os times da Série A do Brasileirão, somando todas as competições. Só Chapecoense e Bragantino estão atrás. O Coritiba tem menos gols no geral, mas disputou apenas quatro jogos.

A resposta direta: o tamanho da seca de gols

Em sete jogos após a Copa do Mundo, o Fluminense marcou quatro gols. Nenhuma vitória nesse período. O desempenho coloca o time na lanterna ofensiva do país, à frente apenas de Chapecoense e Bragantino. O Coritiba tem menos gols, mas jogou menos partidas.

O que explica o terceiro pior ataque do Brasil

A maior parte da explicação está na má fase dos atacantes. O único a marcar neste retorno dos campeonatos de clubes foi Hulk, que converteu um pênalti contra o Grêmio. Nenhum dos outros três centroavantes e nem os pontas conseguiram colocar a bola nas redes.

O problema não é só de volume de jogo. É de eficiência. Quem acompanha o time de perto percebe que as chances existem, mas a finalização falha. A ausência de gols de centroavantes e pontas virou um padrão, não um acaso.

Os números que colocam o Fluminense na lanterna ofensiva

O recorte pós-Copa é claro: quatro gols em sete jogos. Na comparação com o resto da Série A, só Chapecoense e Bragantino têm desempenho pior. O Coritiba aparece com menos gols no geral, mas o clube disputou apenas quatro jogos, o que distorce a comparação direta.

Os dados apontam para uma tendência. Não é uma partida ruim isolada. É uma sequência de jogos sem gols de atacantes de ofício. O único a balançar a rede foi Hulk, em cobrança de pênalti contra o Grêmio.

A má fase dos atacantes: quem não marca

A fonte não nomeia os atacantes que falharam, mas o recorte é claro: dos centroavantes e pontas, ninguém marcou. A exceção foi Hulk, que converteu um pênalti. O restante do setor ofensivo segue em jejum.

Isso levanta uma questão objetiva: o problema é individual ou coletivo? A resposta provável é que os dois fatores se somam. A falta de gols de centroavantes e pontas indica que a bola não chega em condições claras ou que a finalização tem falhado.

A crise vai além do ataque: o jejum de vitórias

O Fluminense não vence há oito jogos. A crise engloba várias esferas do time, mas o desempenho ofensivo é o ponto mais crítico. Sem gols, não há vitória. Sem vitória, a pressão aumenta.

Nos bastidores, a situação do técnico Zubeldía é delicada. A fonte indica que ele vive situação delicada, mas segue respaldado pelo elenco. Ou seja, o vestiário ainda apoia o trabalho, mas o resultado em campo não ajuda.

O que falta para o Fluminense reverter a seca

A equação é simples no papel: os atacantes precisam voltar a marcar. Na prática, exige ajuste de intensidade e de finalização. A fonte aponta ausência de intensidade como parte do problema, o que sugere um trabalho de campo antes de qualquer mudança de peças.

O respaldo do elenco a Zubeldía dá um fôlego, mas não resolve o problema. O time precisa de gols. E gols, neste momento, só Hulk conseguiu, e de pênalti.

Perguntas Frequentes

Quantos gols o Fluminense marcou após a Copa do Mundo?

O Fluminense marcou quatro gols em sete jogos desde a volta da pausa para a Copa do Mundo.

Qual a posição do Fluminense no ranking de ataques do Brasil?

O time tem o terceiro pior ataque entre os clubes da Série A, à frente apenas de Chapecoense e Bragantino.

Quem marcou os gols do Fluminense no retorno?

O único atacante a marcar foi Hulk, em cobrança de pênalti contra o Grêmio.

O técnico Zubeldía corre risco de demissão?

A situação é delicada, mas o técnico segue respaldado pelo elenco, segundo a fonte.

Quantos jogos o Fluminense está sem vencer?

O Fluminense está há oito jogos sem vitória, com o ataque como principal ponto crítico.

Gustavo Pereira Lacerda
Editor de Mercado da Bola
Catarinense, editor especializado em transferências e bastidores do mercado do futebol com fonte e ceticismo.
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