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Funcionário do governo Trump afirma que EUA estão cotados para sediar Copa do Mundo Feminina 2031

ResumoO governo Trump afirmou que os Estados Unidos estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031. A declaração reacende o debate sobre a infraestrutura do futebol feminino americano e os bastidores da escolha da FIFA.

Um funcionário do governo Trump afirmou que os EUA estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031. A declaração reacende o debate sobre a infraestrutura do futebol feminino americano e os bastidores da escolha da FIFA.

Juliana Prado
por Juliana Prado · 17 de julho de 2026
Funcionário do governo Trump afirma que EUA estão cotados para sediar Copa do Mundo Feminina 2031

Funcionário do governo Trump afirma que EUA estão cotados para sediar Copa do Mundo Feminina de 2031

Um funcionário do governo Trump afirmou que os EUA estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031. A declaração reacende o debate sobre a infraestrutura do futebol feminino americano e os bastidores da escolha da FIFA. A informação, que circula em círculos diplomáticos e esportivos, coloca os Estados Unidos como um dos principais candidatos, mas o processo oficial de candidatura ainda não foi aberto pela entidade máxima do futebol.

A declaração e seu contexto

A afirmação partiu de um funcionário do governo Trump, cujo nome não foi divulgado, durante uma reunião sobre políticas esportivas. A fala sugere que a administração americana vê na Copa do Mundo Feminina uma oportunidade de projeção internacional e de fortalecimento do esporte no país. Os EUA já sediaram o torneio em 1999 e 2003, e têm uma das ligas femininas mais estruturadas do mundo, a NWSL.

A FIFA, por sua vez, ainda não definiu o calendário de candidaturas para 2031. O processo para 2027 está em andamento, com Brasil e Alemanha/Países Baixos/Bélgica como candidatos. A edição de 2031, portanto, está em um horizonte mais distante, mas a sinalização americana já movimenta o xadrez geopolítico do futebol feminino.

A estrutura do futebol feminino nos EUA

Os EUA possuem a seleção feminina mais vitoriosa da história, com quatro títulos mundiais (1991, 1999, 2015, 2019) e quatro ouros olímpicos. A NWSL, fundada em 2012, é a principal liga profissional do país e conta com 12 times. A infraestrutura de estádios é um ponto forte: o país tem dezenas de arenas com capacidade superior a 40 mil lugares, muitas delas usadas na Copa do Mundo Masculina de 1994 e na Copa América de 2024.

Segundo a FIFA, os requisitos para sediar uma Copa do Mundo Feminina incluem estádios com capacidade mínima de 25 mil lugares para a fase de grupos e 40 mil para a final. Os EUA atendem a esses critérios com folga, o que torna a candidatura tecnicamente viável.

Os bastidores da escolha da FIFA

A escolha da sede de uma Copa do Mundo envolve fatores que vão além do esporte. A FIFA avalia questões políticas, econômicas e de direitos humanos. A candidatura dos EUA, se confirmada, enfrentaria concorrência de outras federações. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) já sinalizou interesse em sediar o torneio em 2031, e a Ásia também pode entrar na disputa.

A declaração do funcionário do governo Trump pode ser interpretada como um movimento para testar o apoio interno e externo. A administração Trump, em seu primeiro mandato, teve uma relação complexa com a FIFA, especialmente após a escolha de Catar para a Copa de 2022. Uma candidatura bem-sucedida poderia reposicionar os EUA no cenário esportivo global.

O impacto para o futebol feminino

Sediar uma Copa do Mundo Feminina tem impacto direto no desenvolvimento do esporte. O exemplo de 1999, quando os EUA sediaram o torneio, é emblemático: a final entre EUA e China no Rose Bowl, com 90.185 torcedores, é até hoje o recorde de público de uma partida de futebol feminino. Aquele evento impulsionou a criação da primeira liga profissional feminina no país.

Uma nova edição em 2031 poderia repetir esse efeito. A NWSL já cresceu nos últimos anos, com novos times e investimentos. A visibilidade de uma Copa em casa atrairia patrocinadores e audiência, além de inspirar uma nova geração de atletas.

Os desafios da candidatura

Apesar das vantagens, a candidatura americana enfrenta desafios. O principal é a concorrência de outras federações. Além disso, a FIFA tem priorizado a rotação de continentes. Como a Copa de 2027 será na América do Sul (Brasil), a de 2031 poderia voltar à Europa ou ir para a Ásia. A declaração do funcionário do governo Trump, no entanto, sugere que os EUA querem furar essa lógica.

Outro ponto é a questão financeira. Sediar uma Copa exige investimentos em segurança, transporte e hospitalidade. Os EUA têm recursos para isso, mas o custo pode ser um obstáculo político, especialmente em um ano de eleições presidenciais. copa do mundo feminina 2027 brasil

Perguntas Frequentes

Os EUA já sediaram a Copa do Mundo Feminina?

Sim, os EUA sediaram o torneio em 1999 e 2003. Em 1999, a final no Rose Bowl teve 90.185 torcedores, recorde de público do futebol feminino.

Quando a FIFA vai abrir o processo de candidatura para 2031?

A FIFA ainda não definiu o calendário. O processo para 2027 está em andamento. A expectativa é que a abertura para 2031 ocorra após a escolha da sede de 2027.

Quais são os requisitos da FIFA para sediar uma Copa Feminina?

A FIFA exige estádios com capacidade mínima de 25 mil lugares na fase de grupos e 40 mil na final, além de infraestrutura de transporte, segurança e hospitalidade.

O governo Trump já se posicionou oficialmente sobre a candidatura?

Até o momento, a declaração foi feita por um funcionário não identificado. Não há posicionamento oficial do governo Trump ou da Casa Branca.

Quais países podem concorrer com os EUA?

A Conmebol sinalizou interesse. A Ásia e a Europa também podem entrar na disputa, dependendo da rotação de continentes definida pela FIFA.

Como a NWSL se beneficiaria de uma Copa nos EUA?

A NWSL ganharia visibilidade, atrairia novos patrocinadores e poderia expandir seu número de times. A experiência de 1999 mostra que uma Copa em casa impulsiona o futebol feminino local.

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