Grêmio volta ao Brasileirão depois de quase 50 dias; lembre o que ocorreu no período
O Grêmio volta a campo pelo Brasileirão após quase 50 dias de paralisação forçada pelas enchentes no RS. O período incluiu jogos adiados, treinos em outros estados, recuperação da Arena e mudanças na tabela. Confira o resumo completo.
O Grêmio volta a campo pelo Campeonato Brasileiro neste sábado (6 de julho), após 48 dias de paralisação forçada pelas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. O período incluiu jogos adiados, treinos em São Paulo, recuperação da Arena e mudanças na tabela. O time ocupa a 8ª posição, com 14 pontos, e enfrenta o Fluminense no Maracanã.
O Grêmio volta ao Brasileirão após 48 dias de paralisação por causa das enchentes no Rio Grande do Sul. O time não jogava desde 19 de maio, quando venceu o Athletico-PR. No período, a Arena foi alagada, os treinos ocorreram em São Paulo e seis rodadas foram adiadas. O Grêmio ocupa a 8ª posição, com 14 pontos, e enfrenta o Fluminense no Maracanã.
O último jogo antes da paralisação
O Grêmio entrou em campo pela última vez no Brasileirão em 19 de maio, quando venceu o Athletico-PR por 2 a 0 na Arena, em partida válida pela 6ª rodada. O resultado colocou o time em 8º lugar, com 14 pontos, a cinco do líder Flamengo. A atuação foi sólida, com domínio da posse de bola e eficiência nas finalizações. O técnico Renato Portaluppi destacou a consistência defensiva, mas já previa desafios com a sequência de jogos fora de casa.
As enchentes que paralisaram o estado
A partir de 27 de maio, fortes chuvas atingiram o Rio Grande do Sul, causando enchentes históricas. Em Porto Alegre, o nível do Guaíba subiu mais de 5 metros, inundando bairros inteiros. A Arena do Grêmio, localizada na zona norte, teve o gramado e os acessos alagados. O clube cancelou treinos e partidas. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) adiou todas as rodadas envolvendo clubes gaúchos até novo aviso. A medida afetou Grêmio, Internacional e Juventude, que ficaram sem jogar por mais de um mês.
Treinos em São Paulo e logística
Sem condições de treinar em Porto Alegre, o Grêmio montou uma base em São Paulo. O time utilizou o CT do São Paulo, na Barra Funda, e depois o estádio do Pacaembu. A logística incluiu deslocamentos diários de ônibus e hospedagem em hotel na capital paulista. A comissão técnica manteve a rotina de treinos táticos e físicos, mas com limitações: o gramado do Pacaembu não tem o mesmo padrão da Arena. Jogadores como Luis Suárez e Bitello relataram dificuldades de adaptação.
A recuperação da Arena
A Arena do Grêmio passou por reformas emergenciais após as enchentes. O gramado foi trocado, e os sistemas de drenagem e irrigação foram revisados. A previsão inicial era de 60 dias para reabertura, mas o clube acelerou o processo. Em 1º de julho, o estádio foi liberado para jogos, com capacidade reduzida para 30 mil torcedores. O primeiro teste foi um amistoso contra o Caxias, vencido por 3 a 0. A diretoria espera que a Arena receba jogos do Brasileirão a partir de agosto.
A tabela do Grêmio após a volta
Com a paralisação, o Grêmio acumulou jogos atrasados. A CBF remarcou as partidas para datas entre julho e setembro. O calendário ficou apertado: o time terá que jogar três vezes por semana em alguns períodos. O primeiro compromisso após a volta é contra o Fluminense, no Maracanã, pela 7ª rodada. Depois, enfrenta o Santos em casa, o Corinthians fora e o Flamengo na Arena. A sequência é decisiva para as pretensões do clube no campeonato.
O momento do Grêmio na temporada
Antes da paralisação, o Grêmio vivia um momento de ascensão. A vitória sobre o Athletico-PR foi a quarta consecutiva no Brasileirão. O time tinha o melhor ataque da competição, com 12 gols, e a defesa menos vazada, com 4 gols sofridos. Luis Suárez liderava a artilharia, com 6 gols. A paralisação interrompeu a sequência, mas o técnico Renato Portaluppi manteve o planejamento. O elenco fez amistosos contra times da Série B para manter o ritmo.
Os adversários diretos na briga pelo título
O Grêmio volta ao Brasileirão em 8º lugar, mas a distância para o líder é de apenas 5 pontos. Os principais concorrentes são Flamengo, Palmeiras e Botafogo. O Flamengo lidera com 19 pontos, seguido pelo Palmeiras com 17 e pelo Botafogo com 16. O Grêmio tem um jogo a menos que os rivais, o que pode ser vantagem se vencer os confrontos diretos. O clube aposta na força do elenco e na experiência de Renato Portaluppi para reagir.
A expectativa da torcida
A torcida do Grêmio viveu dias de ansiedade durante a paralisação. Nas redes sociais, o clube manteve contato com os torcedores, publicando treinos e bastidores. A volta ao campo é vista como um recomeço. O Grêmio espera contar com o apoio da torcida nos jogos em casa, mesmo com capacidade reduzida. A diretoria estuda ações para engajar os torcedores, como transmissão ao vivo dos jogos e sorteio de ingressos.
O desafio contra o Fluminense
O primeiro jogo após a paralisação é contra o Fluminense, no Maracanã, no sábado (6 de julho). O Fluminense ocupa a 12ª posição, com 12 pontos, e vem de derrota para o Corinthians. O técnico Fernando Diniz aposta na posse de bola e na velocidade de Germán Cano. O Grêmio, por sua vez, deve manter o esquema com três zagueiros e contra-ataques rápidos. A partida é crucial para as pretensões de ambas as equipes.
Perguntas Frequentes
Quantos dias o Grêmio ficou sem jogar?
O Grêmio ficou 48 dias sem jogar pelo Brasileirão, entre 19 de maio e 6 de julho.
Por que o Grêmio paralisou?
A paralisação ocorreu por causa das enchentes no Rio Grande do Sul, que alagaram a Arena e impediram treinos e jogos.
Onde o Grêmio treinou durante a paralisação?
O Grêmio treinou em São Paulo, no CT do São Paulo e no estádio do Pacaembu.
A Arena do Grêmio está liberada?
Sim, a Arena foi liberada em 1º de julho, com capacidade reduzida para 30 mil torcedores.
Qual o próximo jogo do Grêmio?
O Grêmio enfrenta o Fluminense no Maracanã, no sábado (6 de julho), pela 7ª rodada do Brasileirão.
O Grêmio ainda pode ser campeão?
Sim, o Grêmio está a 5 pontos do líder e tem um jogo a menos. A sequência de jogos atrasados pode ser decisiva.