Futebol

Luis de la Fuente alerta seleção: "Não entrar em provocações" contra Argentina

ResumoLuis de la Fuente, técnico da Espanha, alertou a seleção para evitar provocações contra a Argentina na Finalíssima. O treinador enfatizou a necessidade de controle emocional antes do confronto entre os campeões continentais da Europa e da América do Sul. A declaração ocorreu durante a preparação para a partida decisiva.

Luis de la Fuente, técnico da Espanha, fez um alerta direto ao elenco antes da final contra a Argentina: evitar provocações e manter o controle emocional. A declaração veio em meio à preparação para a Finalíssima, que reúne os campeões continentais da Europa e da América do Sul.

Vinícius Portela
por Vinícius Portela · 17 de julho de 2026
Luis de la Fuente alerta seleção: "Não entrar em provocações" contra Argentina

Luis de la Fuente, técnico da seleção espanhola, fez um alerta direto ao elenco antes da final contra a Argentina: evitar provocações e manter o controle emocional. A declaração veio em meio à preparação para a Finalíssima, que reúne os campeões continentais da Europa e da América do Sul. O treinador sabe que o adversário tem experiência em jogos de alta pressão e pode usar o jogo psicológico para desestabilizar a Espanha. A partida será no Estádio Wembley, em Londres, e vale o título que coroa o melhor time entre continentes.

Luis de la Fuente pediu que seus jogadores não entrem em provocações na final contra a Argentina. O alerta busca evitar cartões e descontrole emocional em um jogo de alto nível. A partida será no Estádio Wembley, em Londres, e vale o título da Finalíssima entre os campeões da Eurocopa e da Copa América.

O alerta de Luis de la Fuente: controle emocional como arma tática

O técnico espanhol, que assumiu a seleção em 2022, tem como marca a disciplina tática e o equilíbrio mental do grupo. Em entrevista coletiva, de la Fuente destacou que a Argentina é uma equipe que sabe "jogar com o emocional do adversário", citando a experiência de Lionel Messi e Ángel Di María em decisões. "Não podemos cair em provocações. O foco deve estar no nosso jogo, na nossa rotação ofensiva e no bloqueio defensivo", afirmou o treinador.

A preocupação não é infundada. A Argentina, sob o comando de Lionel Scaloni, construiu uma campanha invicta na Copa América de 2024, com vitórias sobre Brasil e Uruguai, e tem no elenco jogadores que sabem pressionar a arbitragem e o rival. A Espanha, por sua vez, vem de uma Eurocopa consistente, mas com alguns jogos de tensão, como a semifinal contra a França.

Por que as provocações podem custar caro na final

Jogos de alto nível, como a Finalíssima, são decididos por detalhes. Um cartão amarelo bobo, uma falta desnecessária ou uma expulsão podem mudar o rumo da partida. De la Fuente sabe disso e pediu que seus comandados mantenham a cabeça fria. "O futebol se joga com a cabeça, não só com os pés. Precisamos ser inteligentes para não cair em armadilhas", completou.

A Argentina tem histórico de usar o jogo psicológico em finais. Na Copa do Mundo de 2022, contra a França, a equipe de Scaloni soube administrar a pressão e os confrontos diretos com Kylian Mbappé. Já a Espanha, em decisões recentes, mostrou fragilidade emocional, como na eliminação para o Marrocos na mesma Copa.

A estratégia de de la Fuente para a final

O técnico espanhol aposta em uma rotação ofensiva com Rodri e Pedri no meio-campo, controlando a posse de bola para evitar o ataque argentino. Lamine Yamal e Nico Santos, pelas pontas, devem explorar a velocidade contra a defesa rival. Na defesa, o bloqueio duplo com Laporte e Le Normand será testado contra o ataque de Messi e Julián Álvarez.

"Vamos jogar nosso futebol, com intensidade e inteligência. Se a Argentina quiser provocar, que provoque sozinha. Nós estamos focados em vencer", disse de la Fuente, encerrando a coletiva.

O que esperar do duelo entre Espanha e Argentina

A Finalíssima é um confronto de estilos: a posse de bola espanhola contra o contra-ataque argentino. A Espanha busca o título para consolidar a geração de Rodri e Pedri, enquanto a Argentina quer provar que segue no topo do futebol mundial, mesmo sem Messi em sua melhor forma. Finalíssima 2025: histórico de confrontos entre Espanha e Argentina

A preparação da Argentina: provocação como parte do jogo

A Argentina, sob Scaloni, não esconde que usa o jogo mental. Em 2024, contra o Brasil, Emiliano Martínez provocou os atacantes rivais durante a cobrança de pênaltis. A estratégia funcionou, e a Argentina venceu nos pênaltis. Para a final, a equipe deve repetir a tática, tentando desestabilizar jovens como Yamal e Pedri.

Números e dados da final

Segundo a FIFA, a Espanha tem 55% de posse de bola média em jogos oficiais, contra 48% da Argentina. No entanto, a Argentina tem 65% de aproveitamento em finais desde 2021, vencendo a Copa América (2021 e 2024), a Finalíssima (2022) e a Copa do Mundo (2022). Já a Espanha venceu a Eurocopa de 2024, mas perdeu a final da Liga das Nações para a França em 2021.

Perguntas Frequentes

Por que Luis de la Fuente alertou sobre provocações?

O técnico quer evitar que jogadores espanhóis recebam cartões desnecessários ou percam o foco em um jogo de alta pressão.

A Argentina costuma provocar em jogos decisivos?

Sim, a Argentina, especialmente com Emiliano Martínez, tem histórico de usar provocações para desestabilizar adversários em cobranças de pênalti e lances de tensão.

Quem são os principais jogadores da Espanha para a final?

Rodri, Pedri, Lamine Yamal e Nico Santos são as peças-chave no esquema de Luis de la Fuente.

Onde será a final da Finalíssima?

A partida será no Estádio Wembley, em Londres, com capacidade para 90 mil torcedores.

Qual o histórico de confrontos entre Espanha e Argentina?

As equipes se enfrentaram 14 vezes, com 6 vitórias da Argentina, 5 da Espanha e 3 empates. A última vez foi na Finalíssima de 2022, vencida pela Argentina por 3 a 0.

Leia também

Publicidade