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Luiz Felipe sofre lesão grau 3 na coxa e vira desfalque do Náutico na Série B

ResumoO volante Luiz Felipe sofreu lesão grau 3 na coxa durante o empate do Náutico contra o Criciúma pela Série B. A contusão torna o jogador desfalque para os próximos compromissos da equipe. O técnico Hélio dos Anjos promoveu a entrada de Borasi como alternativa no setor.

O volante Luiz Felipe sofreu lesão grau 3 na coxa durante empate do Náutico contra o Criciúma pela Série B e virou desfalque para os próximos compromissos. O técnico Hélio dos Anjos já promoveu entrada de Borasi como alternativa.

Letícia Camargo
por Letícia Camargo · 30 de julho de 2026
Luiz Felipe sofre lesão grau 3 na coxa e vira desfalque do Náutico na Série B

O Náutico enfrenta um desfalque de peso na sequência da Série B. O volante Luiz Felipe, titular da equipe, foi diagnosticado com lesão grau 3 na coxa, sofrida na partida contra o Criciúma, no último domingo. A contusão o tirará dos próximos compromissos do Timbu na competição.

Lesão grau 3 na coxa: o que significa para Luiz Felipe e para o Náutico

Uma lesão grau 3 na coxa representa o rompimento total das fibras musculares. O tempo de recuperação costuma ser de seis a oito semanas, dependendo da resposta do atleta ao tratamento. Para o Náutico, a perda é significativa: Luiz Felipe era peça-chave no meio-campo alvirrubro, atuando como primeiro volante e dando equilíbrio defensivo.

A lesão ocorreu aos 20 minutos do primeiro tempo do empate sem gols contra o Criciúma. O técnico Hélio dos Anjos precisou agir rápido: sacou o volante e promoveu a entrada do atacante Borasi. A mudança não foi apenas de jogador, mas de desenho tático. O Náutico saiu do 4-4-2 para o 4-3-3, sacrificando a proteção da defesa em busca de mais presença ofensiva.

A decisão de Hélio dos Anjos indica que Borasi é a principal alternativa para a próxima rodada, repetindo a solução adotada durante a partida. Resta saber se o técnico manterá o esquema mais ofensivo ou buscará outra peça no elenco para recompor o meio-campo.

Matheus Ribeiro também está fora: o drama físico do Timbu

O drama do Náutico não se limita a Luiz Felipe. No mesmo jogo contra o Criciúma, o lateral-direito Matheus Ribeiro sofreu uma fratura na tíbia. São duas baixas importantes em uma só partida, em posições que exigem reposição imediata.

Com a Série B em andamento, o departamento médico alvirrubro trabalha contra o relógio. O fim de semana sem jogos, mencionado pela comissão técnica, pode ser um respiro para recuperar outros atletas, mas não trará de volta os dois titulares perdidos.

O que muda no esquema tático do Náutico sem Luiz Felipe

A ausência de Luiz Felipe força Hélio dos Anjos a repensar a estrutura do time. O volante era o principal cão de guarda do meio-campo, responsável por quebrar linhas de passe adversárias e iniciar a saída de bola. Sem ele, o Náutico perde em consistência defensiva e em transição.

Borasi, que entrou contra o Criciúma, é atacante de origem. Sua presença no time titular muda a dinâmica: o time ganha em profundidade e finalização, mas perde em recomposição. O 4-3-3 testado no segundo tempo contra os catarinenses pode ser a aposta para a próxima rodada, com os três atacantes pressionando a saída de bola adversária.

Outra possibilidade é a entrada de um volante de ofício no lugar de Luiz Felipe, mantendo o 4-4-2. O elenco do Náutico conta com opções no banco, mas nenhuma com as mesmas características do titular. A decisão de Hélio dos Anjos dependerá do adversário e do contexto da partida.

Próximos desafios do Náutico na Série B

Com dois desfalques importantes, o Náutico precisa somar pontos para não se distanciar do G-4. A Série B é uma maratona de 38 rodadas, e perder peças-chave em momentos decisivos pode custar caro. O time alvirrubro enfrenta nas próximas rodadas adversários diretos na luta pelo acesso, o que torna ainda mais crítica a reposição à altura.

O departamento médico do clube não divulgou prazos exatos de retorno para Luiz Felipe e Matheus Ribeiro. Lesões grau 3 na coxa, como a do volante, exigem paciência: apressar a volta pode agravar o quadro e prolongar o afastamento. A comissão técnica e a preparação física trabalham para minimizar os danos e encontrar soluções internas.

Perguntas Frequentes

Qual o tempo de recuperação de uma lesão grau 3 na coxa?

O tempo de recuperação para uma lesão grau 3 na coxa varia de seis a oito semanas, dependendo da gravidade do rompimento e da resposta do atleta ao tratamento. O Náutico não divulgou prazo oficial para Luiz Felipe.

Quem substitui Luiz Felipe no Náutico?

O técnico Hélio dos Anjos testou o atacante Borasi como substituto imediato durante a partida contra o Criciúma, alterando o esquema de 4-4-2 para 4-3-3. Borasi desponta como principal alternativa para a próxima rodada.

Matheus Ribeiro também está fora?

Sim. O lateral-direito Matheus Ribeiro sofreu uma fratura na tíbia no mesmo jogo contra o Criciúma e também é desfalque para os próximos compromissos do Náutico na Série B.

Quando Luiz Felipe pode voltar a jogar?

Não há prazo oficial divulgado pelo clube. Lesões grau 3 na coxa costumam exigir de seis a oito semanas de recuperação, mas o retorno depende de exames de acompanhamento e da evolução do atleta.

O esquema tático do Náutico vai mudar?

A tendência é que Hélio dos Anjos mantenha o 4-3-3 testado contra o Criciúma, com Borasi no ataque. A mudança dá mais presença ofensiva ao time, mas reduz a proteção defensiva que Luiz Felipe oferecia no meio-campo.

elenco do Náutico para a Série B 2026 histórico de lesões no futebol brasileiro

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