Milei diz que não irá à final da Copa do Mundo por superstição
O presidente da Argentina, Javier Milei, declarou que não irá à final da Copa do Mundo de 2026, mesmo com a seleção classificada. A justificativa: superstição. A decisão repete o padrão de 2022, quando também não viajou ao Catar. Entenda o contexto.
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que não irá à final da Copa do Mundo de 2026 por superstição. A declaração foi feita em entrevista à rádio argentina, onde disse que "não vou porque sou supersticioso". Milei já havia ficado longe da final de 2022, vencida pela Argentina contra a França, e mantém o padrão de não assistir jogos decisivos pessoalmente.
A declaração de Milei sobre a final da Copa
Em entrevista à rádio Rivadavia, Milei disse que não viajará ao país-sede da Copa do Mundo de 2026, mesmo com a seleção argentina classificada para a final. "Sou supersticioso. Não vou porque acho que posso dar azar", afirmou. O presidente argentino não compareceu a nenhum jogo da seleção durante o torneio, assim como em 2022.
Histórico de ausências em jogos decisivos
Milei não esteve presente na final da Copa do Mundo de 2022, no Catar, quando a Argentina venceu a França nos pênaltis. Na ocasião, ele também justificou a ausência por compromissos de agenda e superstição. O presidente não assistiu a nenhuma partida da seleção argentina durante a campanha do título, nem mesmo na final.
Repercussão política e popular
A declaração gerou reações divididas nas redes sociais e na imprensa argentina. Enquanto parte dos torcedores critica a ausência do presidente em um momento histórico para o país, outros respeitam a crença pessoal. A oposição política usou o episódio para questionar o engajamento de Milei com símbolos nacionais.
Superstição no esporte: um fenômeno comum
A superstição entre presidentes e chefes de Estado não é inédita. Milei se junta a uma lista de líderes que evitam eventos esportivos por crenças pessoais. No Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, disse em 2022 que não assistia a jogos do Brasil por superstição. O fenômeno é comum entre torcedores e atletas, mas ganha contornos políticos quando envolve a figura presidencial.
Impacto na imagem de Milei
A decisão de não ir à final da Copa do Mundo pode afetar a imagem de Milei entre os argentinos. Em um país onde o futebol é paixão nacional, a ausência do presidente em um evento de tamanha relevância pode ser vista como desprezo. Por outro lado, a honestidade ao admitir a superstição pode gerar simpatia entre os que compartilham da mesma crença.
Contexto da Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026 será sediada por Estados Unidos, Canadá e México. A final está marcada para 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A Argentina chega como atual campeã e favorita ao título, com Lionel Messi ainda no elenco. A ausência de Milei, portanto, ocorre em um momento de grande expectativa para o país.
Perguntas Frequentes
Milei realmente não vai à final da Copa do Mundo?
Sim, o presidente argentino afirmou em entrevista que não comparecerá à final por superstição.
Por que Milei é supersticioso?
Milei nunca detalhou a origem da superstição, mas disse que acredita que sua presença pode influenciar negativamente o resultado dos jogos.
Milei foi à final de 2022?
Não. Milei não compareceu à final da Copa do Mundo de 2022, no Catar, vencida pela Argentina.
Outros presidentes já deixaram de ir a finais por superstição?
Sim. No Brasil, Jair Bolsonaro afirmou em 2022 que não assistia a jogos do Brasil por superstição. Outros líderes também já evitaram eventos esportivos por crenças pessoais.
A ausência de Milei pode gerar crise política?
Não há indícios de crise, mas a decisão gerou críticas da oposição e dividiu opiniões nas redes sociais.
Quando é a final da Copa do Mundo de 2026?
A final será em 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA).