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Não é fácil: Flick explica desafio do Barcelona

ResumoHansi Flick, técnico do Barcelona, reconhece a dificuldade de gerir um elenco estrelado na terceira temporada no clube catalão. O alemão, com dois títulos de LaLiga conquistados, enfrenta o desafio de equilibrar reforços e saídas marcantes para manter a harmonia do grupo. A pressão por resultados e a gestão de expectativas individuais tornam a tarefa complexa no cenário esportivo atual.

Hansi Flick chega à terceira temporada no Barcelona prestigiado, após dois títulos de LaLiga. Mas o alemão admite: não é fácil agradar a todos em um elenco estrelado, com reforços e saídas marcantes.

Marcos Vinícius Lopes
por Marcos Vinícius Lopes · 09 de setembro de 2026
Não é fácil: Flick explica desafio do Barcelona

Hansi Flick chega à terceira temporada no Barcelona prestigiado. Depois de conquistar a LaLiga nos dois primeiros anos, o treinador teve o contrato renovado até 2028 e o elenco reforçado para ampliar a soberania no futebol espanhol e reconquistar a Champions League. O alemão, porém, terá de lidar com um desafio: administrar um grupo estrelado.

"Não é fácil agradar a todos, mas isso faz parte do nosso trabalho. Sou eu quem decide quem vai ser titular. Converso com meus colegas. Decidimos qual é o melhor time titular. Tento conversar com os jogadores e explicar para eles. Para aqueles que não jogam", afirmou o treinador em entrevista coletiva nesta terça-feira (8).

A gestão de elenco ganhou contornos com o título mundial da Espanha. O Barcelona se tornou o clube com mais campeões mundiais de 2026, mantendo oito atletas cedidos à Fúria, com a saída de Ferran Torres e a chegada de Rodri na janela. Torres foi a principal perda, já que poderia ajudar após a saída de Robert Lewandowski para a MLS, mas não foi a única: Álvaro Cortés foi vendido ao Antuérpia, e Ronald Araújo, Marc ter Stegen e Marc Casadó saíram por empréstimo em busca de minutos.

No lugar, chegaram Anthony Gordon, Rodri, Karim Adeyemi e Gabriel Jesus. Com exceção do atacante inglês e do capitão espanhol, os demais entram como peças de rotação, sem garantia de titularidade imediata. Flick tem uma base formada desde a última temporada: Raphinha, Lamine Yamal e Dani Olmo são tratados como intocáveis, o que pressiona a distribuição de minutos aos recém-chegados.

O objetivo é o tricampeonato consecutivo de LaLiga e a Champions League. O clube chegou a buscar Julián Álvarez no mercado para reforçar o elenco. "Acho que todos os grandes clubes sonham em conquistá-la. Temos qualidade, mas precisamos provar isso, e o caminho é longo", disse Flick.

Por isso, nomes como Jules Koundé serão usados com menos frequência, conforme a visão do treinador para o time titular. Nesta quarta-feira (9), o Barcelona estreia na Champions diante do Feyenoord, no Camp Nou. Pela LaLiga, a equipe, líder, encara o Levante fora de casa no domingo (13). A corrida se ganha no boxe, e Flick sabe: pneu certo na hora certa decide tudo, mesmo no futebol.

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