SAF do Ferroviário não quita dívidas e assembleia pode aprovar rompimento
O prazo dado pelo presidente do Ferroviário, Rodger Raniere, para a SAF do clube quitar as dívidas com o Ferrão terminou sem pagamento. O prazo de cura de 30 dias se encerrou nesta terça (25), e os valores não foram quitados. Agora, a assembleia geral marcada para esta quinta (27) pode aprovar a parte associativa do clube a pedir o rompimento com o Grupo Makes, empresa de Portugal.
Conforme apurado pelo Diário do Nordeste e confirmado pelo ge, a empresa portuguesa não apresentou sequer um plano de pagamento como resposta à notificação enviada pelo presidente do clube. Diante disso, integrantes do clube coral entendem que houve quebra de cláusula contratual, o que torna possível o rompimento do contrato assinado em novembro de 2025.
A assembleia desta quinta (27) é o próximo passo formal. Para o rompimento ser aprovado, é necessária a autorização da parte associativa do clube. O contrato com a SAF, assinado em novembro de 2025, prevê obrigações que, segundo a leitura interna, não vêm sendo cumpridas.
O que falta para o desfecho: a deliberação da assembleia. Se os sócios aprovarem o rompimento, o clube poderá formalizar o pedido de rescisão contratual com o Grupo Makes. Até lá, a situação segue em compasso de espera, com prazo vencido e sem sinalização de pagamento pela empresa portuguesa.