Seabra exalta resiliência do Coritiba após empate
Após empate por 3 a 3 com o Athletico-PR, na 27ª rodada do Brasileirão, o técnico Fernando Seabra exaltou a resiliência e o caráter do Coritiba. Com dois gols de Rodrigo Moledo aos 45 e 51 do segundo tempo, o Coxa saiu fortalecido do clássico.
Em um clássico marcado por gramado pesado, chuva incessante e desvantagem numérica, o Coritiba arrancou o empate por 3 a 3 contra o Athletico-PR, nesta sexta-feira, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro, no Couto Pereira. O técnico Fernando Seabra exaltou a resiliência e o caráter da equipe após o resultado.
O Coxa ficou duas vezes atrás no placar, chegando a perder por dois gols de diferença, mas buscou a igualdade com gols do zagueiro Rodrigo Moledo aos 45 e 51 minutos do segundo tempo. A entrega dos jogadores, mesmo com um a menos, foi o ponto central da avaliação do treinador.
"O time com um jogador a menos...", iniciou Seabra, antes de destacar a postura do grupo. Para o técnico, embora a vitória não tenha vindo, o empate deixou a equipe fortalecida para a sequência da competição. O contexto de superação contra o rival foi determinante para essa leitura.
O que o empate muda na tabela e na confiança do Coritiba
O resultado soma um ponto importante na 27ª rodada e mantém o Coritiba vivo na briga dentro do Brasileirão. Mais do que o número, a forma como o time reagiu sob pressão, com chuva e inferioridade numérica, indica um grupo que não desiste. Para o torcedor, a imagem de Moledo aparecendo como elemento surpresa no ataque nos minutos finais é um sinal de que o sistema de jogo pode se adaptar a cenários adversos.
A festa no Couto Pereira após o empate no fim mostrou o peso que o clássico tem para a equipe. O próximo confronto decisivo da rodada seguinte será o teste para saber se essa força emocional se traduz em regularidade na tabela.
O que esperar do Coritiba após o clássico
Seabra terá a semana para ajustar a equipe e recuperar fisicamente os jogadores que atuaram em campo pesado. A tendência é que o time mantenha a base que mostrou poder de reação, mas com atenção à organização defensiva, que sofreu três gols no clássico. O desafio é transformar a resiliência em vitórias fora de casa.
A leitura do treinador é clara: sair fortalecido de um clássico, mesmo sem vencer, pode ser combustível para a reta final. O torcedor do Coxa, que acompanha o time de perto, sabe que ponto a ponto se constrói uma campanha sólida.