# Uefa mantém pressão por saída de Infantino da presidência da Fifa

> A Uefa mantém pressão pela saída de Gianni Infantino da presidência da Fifa. A desistência do plano de vender ações dos torneios a investidores privados não encerrou a crise entre as entidades. A pressão europeia agora concentra-se na remoção do dirigente do cargo mais importante do futebol mundial.

*Esporte Notícia · Futebol · 04 de agosto de 2026 · Letícia Camargo*

A desistência do plano de vender ações dos torneios da Fifa a investidores privados não encerrou a crise entre a Uefa e Gianni Infantino. A pressão europeia agora é pela saída do dirigente do cargo mais importante do futebol mundial.

## Uefa mantém pressão por saída de Infantino da presidência da Fifa

A desistência do plano de vender ações dos torneios da Fifa para investidores privados não foi suficiente para encerrar a crise entre o presidente da entidade, Gianni Infantino, e a Uefa. A pressão europeia, agora, é pela saída do dirigente do cargo mais importante do futebol mundial.

Eleito presidente da Fifa em 2016, Infantino não teve dificuldade para chegar ao terceiro mandato, sendo reeleito duas vezes por aclamação, em 2019 e 2023. No entanto, a busca por um quarto mandato, que caminhava para ser novamente tranquila, ganhou novos contornos depois da revelação, pela imprensa inglesa, do projeto de criação de uma empresa para operar comercialmente suas competições.

## Por que a Uefa mantém a pressão sobre Infantino

A Uefa foi a primeira entidade a se manifestar contrária ao plano de Infantino. A ameaça de boicotar as competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo, foi o primeiro passo. Agora, mesmo com o fim do projeto, a confiança na gestão do dirigente está abalada.

A revelação do plano pela imprensa inglesa expôs uma estratégia que a Uefa considerou inaceitável. A criação de uma empresa com capital privado para gerenciar a Copa do Mundo representaria uma mudança estrutural no futebol, com impacto direto nas confederações e nas ligas nacionais.

## O histórico de Infantino na presidência da Fifa

Infantino assumiu a presidência da Fifa em 2016, em um momento de turbulência para a entidade. Desde então, consolidou-se como uma figura central no futebol mundial. As reeleições por aclamação em 2019 e 2023 mostraram o controle que exerce sobre as confederações.

A busca pelo quarto mandato, porém, encontrou um obstáculo inesperado. A revelação do plano de empresa privada mudou o cenário. A Uefa, que historicamente apoiava o dirigente, agora lidera o movimento pela sua saída.

## O que está em jogo para a Uefa

Para a Uefa, a questão vai além de uma disputa pessoal. A venda de ações dos torneios da Fifa a investidores privados alteraria o equilíbrio de poder no futebol internacional. As competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo, são a principal fonte de receita da entidade.

A ameaça de boicote, feita pela Uefa no início da crise, foi um sinal claro de que a entidade europeia não aceitaria o plano. A desistência de Infantino, anunciada depois, foi interpretada como uma vitória parcial, mas não suficiente para restaurar a confiança.

## O futuro da presidência da Fifa

A pressão da Uefa pela saída de Infantino coloca o futuro da presidência da Fifa em um cenário de incerteza. O dirigente, que não teve dificuldade nas reeleições anteriores, agora enfrenta o maior desafio de sua gestão.

A busca pelo quarto mandato, que caminhava para ser tranquila, depende agora da capacidade de Infantino de reconquistar a confiança da Uefa. A desistência do plano de empresa privada foi um passo, mas a pressão europeia indica que o caso está longe de ser encerrado.

## Repercussão no futebol mundial

A crise entre Uefa e Fifa tem impacto direto no calendário e na organização das competições. A Copa do Mundo, principal torneio da Fifa, é o centro das atenções. A ameaça de boicote, embora não tenha se concretizado, mostrou o poder de barganha da Uefa.

A revelação do plano pela imprensa inglesa também levantou questões sobre a transparência na gestão de Infantino. A criação de uma empresa com capital privado, mesmo que desistida, deixou marcas na relação com as confederações europeias.

## O que esperar dos próximos capítulos

A pressão da Uefa pela saída de Infantino deve continuar nos próximos meses. A entidade europeia, que já ameaçou boicotar competições, não sinaliza recuo. A desistência do plano de empresa privada foi recebida como um primeiro passo, mas a confiança no dirigente segue abalada.

A busca pelo quarto mandato, que caminhava para ser tranquila, agora é o centro de um embate que pode redefinir a liderança do futebol mundial. A Uefa mantém a pressão, e o desfecho depende dos próximos movimentos de Infantino e das confederações que o apoiam.

## Perguntas Frequentes

### Por que a Uefa quer a saída de Infantino da Fifa?

A Uefa mantém pressão pela saída de Infantino após a revelação do plano de criar uma empresa com capital privado para gerenciar a Copa do Mundo. Mesmo com a desistência do projeto, a entidade europeia considera que a confiança na gestão do dirigente foi abalada.

### O que foi o plano de empresa privada da Fifa?

O plano, revelado pela imprensa inglesa, previa a criação de uma empresa para operar comercialmente as competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo, com capital privado. A Uefa foi a primeira a se manifestar contra, ameaçando boicote.

### Infantino já foi reeleito quantas vezes?

Infantino foi eleito presidente da Fifa em 2016 e reeleito duas vezes por aclamação, em 2019 e 2023. Agora, busca um quarto mandato, mas enfrenta a pressão da Uefa pela sua saída.

### A Uefa chegou a ameaçar boicotar a Copa do Mundo?

Sim. A Uefa, primeira a se manifestar contrária ao plano de Infantino, ameaçou boicotar as competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo. A ameaça não se concretizou, mas a pressão pela saída do dirigente continua.

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