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Veja fotos da tecnologia do impedimento semiautomático da Vila Belmiro

ResumoA tecnologia de impedimento semiautomático (SAOT) da Vila Belmiro utiliza o sistema Hawk-Eye com câmeras de rastreamento e uma central de análise para garantir precisão milimétrica nos lances de impedimento da Série A em 2026. O sistema foi instalado no estádio para auxiliar a arbitragem com dados em tempo real.

A Vila Belmiro recebeu o impedimento semiautomático (SAOT) em 2026. Veja fotos do sistema Hawk-Eye, câmeras de rastreamento e a central de análise que garante precisão milimétrica nos lances de impedimento da Série A.

Letícia Camargo
por Letícia Camargo · 14 de julho de 2026
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Veja fotos da tecnologia do impedimento semiautomático da Vila Belmiro

A Vila Belmiro, estádio do Santos, recebeu o sistema de impedimento semiautomático (SAOT) em 2026. O equipamento, desenvolvido pela Hawk-Eye, usa 12 câmeras de rastreamento óptico posicionadas no estádio, que capturam 29 pontos do corpo de cada jogador 50 vezes por segundo. O sistema gera um modelo 3D em tempo real, enviado à cabine do VAR para validação. Veja fotos do equipamento e da central de análise.

Como funciona o impedimento semiautomático na Vila Belmiro

O SAOT substitui a checagem manual de lances de impedimento. Na Vila Belmiro, as 12 câmeras são instaladas em pontos estratégicos do estádio, como nas arquibancadas e atrás dos gols. Elas rastreiam a posição de cada atleta, incluindo braços, pés e tronco. O sistema Hawk-Eye calcula a linha de impedimento automaticamente, com precisão de até 2 centímetros. A cabine do VAR recebe o alerta em menos de 1 segundo.

As câmeras de rastreamento óptico

As câmeras do SAOT na Vila Belmiro são do modelo Hawk-Eye Smart, as mesmas usadas na Copa do Mundo de 2022. Elas operam em resolução 4K e têm lentes de longo alcance, capazes de cobrir todo o campo. Cada câmera captura 50 quadros por segundo, garantindo que o movimento do jogador seja registrado sem borrão. As imagens são processadas em tempo real por um servidor localizado no estádio.

A central de análise do VAR

A cabine do VAR na Vila Belmiro recebe os dados do SAOT em uma tela de 55 polegadas. O árbitro de vídeo vê a animação 3D do lance, com a linha de impedimento destacada em vermelho. O sistema também gera uma imagem estática do momento exato do passe, com as posições dos jogadores. Segundo a CBF, o tempo médio de análise caiu de 70 segundos para 25 segundos com o SAOT.

Fotos do sistema Hawk-Eye no estádio

As fotos do SAOT na Vila Belmiro mostram as câmeras instaladas em suportes de aço inoxidável, fixados nas arquibancadas. Cada câmera tem um ângulo de visão de 120 graus, cobrindo um terço do campo. As imagens são enviadas por fibra óptica para a central de análise. O sistema também inclui sensores de movimento nos postes das traves, que detectam a bola em tempo real.

A instalação das câmeras

A instalação do SAOT na Vila Belmiro começou em janeiro de 2026. Técnicos da Hawk-Eye passaram 10 dias no estádio, calibrando as câmeras e testando a rede de fibra óptica. Cada câmera foi ajustada para capturar o campo sem pontos cegos. O investimento total foi de R$ 2,5 milhões, bancado pela CBF e pelo Santos.

Precisão e confiabilidade do sistema

O SAOT na Vila Belmiro tem precisão de 2 centímetros na detecção da linha de impedimento. O sistema Hawk-Eye é testado antes de cada partida, com um funcionário da CBF correndo em linha reta no campo para calibrar as câmeras. Segundo a Federação Paulista, o SAOT não teve nenhum erro em 2026 até maio. Em caso de falha técnica, o VAR manual entra em ação.

Falhas e limitações

O SAOT pode falhar em lances com muitos jogadores próximos, quando as câmeras perdem o rastreamento de algum atleta. A CBF informou que, em 2026, houve 3 falhas em 120 jogos com o sistema. Nesses casos, o VAR manual analisa o lance com as câmeras tradicionais.

Comparação com o VAR tradicional

O VAR tradicional usa câmeras de transmissão, com ângulos limitados e sem rastreamento automático. O SAOT adiciona 12 câmeras extras e o processamento 3D. O tempo de análise caiu 64% com o SAOT, segundo a CBF. As fotos mostram a diferença: no VAR tradicional, o árbitro desenha a linha manualmente; no SAOT, a linha aparece automaticamente.

Como o torcedor vê o impedimento na Vila Belmiro

As imagens do SAOT são exibidas no telão da Vila Belmiro após a decisão do VAR. O torcedor vê a animação 3D do lance, com a linha de impedimento e os jogadores em posição. O sistema também gera uma imagem estática, mostrando o momento exato do passe. A CBF liberou as fotos do sistema para a imprensa.

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Perguntas Frequentes

O que é impedimento semiautomático?

É um sistema que usa câmeras de rastreamento óptico para detectar automaticamente a linha de impedimento, reduzindo o tempo de análise do VAR.

Quantas câmeras o SAOT usa na Vila Belmiro?

São 12 câmeras Hawk-Eye Smart, instaladas em pontos estratégicos do estádio.

O SAOT substitui o VAR?

Não. O SAOT é uma ferramenta do VAR, que agiliza a análise. O árbitro de vídeo ainda valida o lance.

Qual a precisão do sistema?

A precisão é de até 2 centímetros na detecção da linha de impedimento, segundo a Hawk-Eye.

O torcedor vê as imagens do SAOT no estádio?

Sim. As imagens são exibidas no telão da Vila Belmiro após a decisão do VAR.

Quanto custou a instalação do SAOT na Vila Belmiro?

O investimento foi de R$ 2,5 milhões, bancado pela CBF e pelo Santos.

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