Vice do Remo detona arbitragem após derrota para o Santos
O vice-presidente do Remo, Glauber Gonçalves, detonou a arbitragem após a derrota por 1 a 0 para o Santos, no Mangueirão, que eliminou o time paraense nas oitavas da Copa do Brasil. Ele responsabilizou o árbitro Anderson Daronco e o VAR pela expulsão de Marllon.
Vice-presidente do Remo detona arbitragem após derrota para o Santos: "Acabaram com o jogo"
O vice-presidente do Remo, Glauber Gonçalves, fez duras críticas à arbitragem após a derrota por 1 a 0 para o Santos, nesta terça-feira, no Mangueirão. O resultado eliminou a equipe paraense nas oitavas de final da Copa do Brasil. O dirigente responsabilizou o árbitro Anderson Daronco e o VAR pela expulsão do zagueiro Marllon ainda no primeiro tempo e afirmou que clubes das regiões Norte e Nordeste voltam a ser prejudicados.
A expulsão que mudou o jogo
O lance ocorreu aos 24 minutos da etapa inicial. Inicialmente, Daronco aplicou cartão amarelo a Marllon pela falta em Gustavo Caballero na entrada da área. No entanto, após ser chamado pelo árbitro de vídeo, Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, o gaúcho revisou a jogada no monitor e alterou a decisão para cartão vermelho, por entender que o defensor impediu uma clara oportunidade de gol.
"Hoje, mais uma vez, aconteceu um grande absurdo da arbitragem brasileira. O VAR e o árbitro acabaram com o jogo. O Remo, mais uma vez, foi prejudicado. O VAR não era para interferir em nenhum lance e chamou o árbitro para interferir na expulsão do nosso jogador", afirmou Glauber.
Críticas ao eixo e pedido de profissionalização
O dirigente também citou a atuação da equipe de arbitragem em outro confronto recente e voltou a defender mudanças na condução do futebol brasileiro.
"Esse VAR foi o que fez o jogo Vitória e Palmeiras, e veja o que aconteceu. Mais uma vez prejudica os times da região Norte e Nordeste. Prevalece novamente o time do eixo. Isso é um absurdo o que aconteceu hoje aqui em Belém do Pará. Nós temos urgentemente que profissionalizar a arbitragem brasileira", completou.
Impacto na partida e eliminação
Até a expulsão, o duelo era equilibrado. O Santos controlava a posse de bola, mas o Remo conseguia responder em contra-ataques e havia criado a primeira grande chance do jogo com Alef Manga, parado por Gabriel Brazão.
Por fim, Glauber afirmou que a expulsão de Marllon mudou completamente o cenário da decisão no Mangueirão e atribuiu à arbitragem a eliminação do clube paraense.
"Aquele lance, que ocasionou a expulsão, prejudicou o Remo o jogo inteiro e, consequentemente, tivemos a derrota dentro de campo. Infelizmente, mais uma vez, o VAR, o árbitro e a arbitragem brasileira prejudicaram o Clube do Remo", concluiu.
O que vem pela frente
Com um jogador a menos desde os 27 minutos do primeiro tempo, o time comandado por Léo Condé passou a atuar com linhas mais baixas e resistiu até os 29 minutos da etapa final, quando Neymar, que entrou no intervalo, fez boa jogada pela esquerda e encontrou Rony livre para marcar o único gol da partida.
Com o resultado, o Santos venceu por 1 a 0 no agregado, avançou às quartas de final da Copa do Brasil após cinco anos e aguarda o sorteio da CBF para conhecer o próximo adversário. Já o Remo volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro, no qual enfrenta o Atlético-MG no próximo sábado, novamente no Mangueirão.
Perguntas Frequentes
Por que o Remo foi eliminado da Copa do Brasil?
O Remo foi eliminado nas oitavas de final após perder por 1 a 0 para o Santos, no Mangueirão. O gol foi marcado por Rony aos 29 minutos do segundo tempo.
Quem foi o árbitro da partida entre Remo e Santos?
O árbitro foi Anderson Daronco, que expulsou o zagueiro Marllon após revisão no VAR, com Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira como árbitro de vídeo.
Qual foi a reclamação do vice-presidente do Remo?
Glauber Gonçalves afirmou que o VAR e o árbitro "acabaram com o jogo" e que times do Norte e Nordeste são prejudicados pela arbitragem brasileira.
Quando o Remo volta a jogar?
O Remo enfrenta o Atlético-MG no próximo sábado, pelo Campeonato Brasileiro, novamente no Mangueirão.