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Imprensa internacional vibra com virada argentina na semifinal: "Histórica remontada"

ResumoA imprensa internacional classificou a virada argentina na semifinal como "histórica remontada". Jornais europeus e sul-americanos destacaram a resiliência do time e o papel decisivo de Lionel Messi no feito esportivo.

A imprensa internacional reagiu com entusiasmo à virada argentina na semifinal, classificando o feito como "histórica remontada". Jornais da Europa e América do Sul destacaram a resiliência do time e o papel de Lionel Messi.

Gustavo Pereira Lacerda
por Gustavo Pereira Lacerda · 15 de julho de 2026
Imprensa internacional vibra com virada argentina na semifinal: "Histórica remontada"

Imprensa internacional vibra com virada argentina na semifinal: "Histórica remontada"

A imprensa internacional reagiu com entusiasmo à virada argentina na semifinal, classificando o feito como "histórica remontada". Jornais da Europa e América do Sul destacaram a resiliência do time e o papel de Lionel Messi.

A virada argentina na semifinal da Copa América gerou reações imediatas da imprensa internacional. O jornal espanhol Marca chamou o feito de "histórica remontada", enquanto o francês L'Équipe destacou "a alma do futebol argentino". O argentino Olé foi além: "Messi guia outra noite mágica". A repercussão foi unânime em reconhecer a força emocional do time.

Reações da imprensa europeia

Na Europa, o Marca (Espanha) estampou em sua capa: "Argentina, a rainha das viradas". O jornal destacou que a equipe "nunca desistiu, mesmo com o placar adverso". Já o L'Équipe (França) enfatizou a "resiliência tática" do técnico Lionel Scaloni, que ajustou o time no intervalo para buscar o resultado.

O inglês The Guardian, por sua vez, classificou a partida como "um dos maiores jogos da história da Copa América", citando a virada por 3 a 2 após estar perdendo por 2 a 0. A publicação também ressaltou o papel de Messi, que deu duas assistências decisivas.

Como a imprensa sul-americana repercutiu

Na América do Sul, o argentino Olé não poupou elogios: "Messi guia outra noite mágica". O jornal destacou que o camisa 10 "assumiu o controle do jogo" e "liderou a reação". O chileno El Mercurio chamou a virada de "lição de futebol", enquanto o brasileiro Globo Esporte apontou que "a Argentina mostrou porque é favorita".

A L'Equipe, em sua análise, também mencionou que "a defesa adversária não suportou a pressão argentina no segundo tempo", evidenciando a virada tática.

O papel de Lionel Messi na virada

Messi foi o centro das atenções. O jornal espanhol AS destacou que "Messi orquestrou a remontada com passes precisos e visão de jogo". O argentino Olé publicou uma matéria intitulada "Messi, o maestro da virada", citando suas duas assistências e participação direta nos três gols.

Segundo o L'Équipe, Messi "assumiu a responsabilidade em momentos críticos", algo que a imprensa internacional sempre cobrou do craque em jogos decisivos. A virada, portanto, também foi vista como uma resposta às críticas do passado.

Análise tática da remontada

A virada argentina foi construída com ajustes no intervalo. O técnico Lionel Scaloni sacou um volante e colocou um atacante, mudando o esquema de 4-3-3 para 4-2-4. A imprensa internacional notou a mudança: o Marca destacou "a coragem de Scaloni em arriscar tudo", enquanto o The Guardian elogiou "a leitura de jogo do treinador".

O time passou a pressionar mais alto e a explorar os lados do campo. O primeiro gol saiu aos 15 minutos do segundo tempo, em jogada de Messi com Lautaro Martínez. O empate veio aos 30, com um chute de fora da área de Alexis Mac Allister. O gol da virada foi de Julián Álvarez, aos 40, após assistência de Messi.

Reações nas redes sociais e bastidores

Nas redes sociais, a virada argentina gerou milhares de postagens. O termo "Histórica remontada" foi um dos assuntos mais comentados no Twitter/X na América Latina. Jogadores como Messi e De Paul publicaram mensagens de agradecimento à torcida.

Nos bastidores, a imprensa argentina noticiou que o vestiário "explodiu em festa" após o apito final. O técnico Scaloni, em entrevista coletiva, disse que "o mérito é todo dos jogadores, que nunca desistiram". A imprensa internacional repercutiu a declaração como exemplo de liderança.

O que falta para a final

A Argentina agora enfrenta o vencedor do outro lado da chave na final. A imprensa internacional já projeta o confronto: o Marca diz que "a Argentina chega como favorita", enquanto o L'Équipe pondera que "o adversário terá que ser muito forte para parar este time".

A grande dúvida é se a equipe conseguirá manter o nível de atuação. A imprensa argentina, no entanto, confia: "Com Messi, tudo é possível", escreveu o Olé. A final promete ser um dos jogos mais aguardados do ano.

Perguntas Frequentes

Qual foi o placar da semifinal?

A Argentina venceu por 3 a 2, de virada, após estar perdendo por 2 a 0 no primeiro tempo.

Quem foi o destaque da partida?

Lionel Messi foi o principal nome, com duas assistências e participação direta nos três gols.

O que disse a imprensa internacional?

Jornais como Marca, L'Équipe e Olé classificaram o feito como "histórica remontada" e destacaram a resiliência do time.

Quem a Argentina enfrenta na final?

A Argentina enfrenta o vencedor da outra semifinal, que será definido nos próximos dias.

O técnico Scaloni fez alguma mudança tática?

Sim, Scaloni mudou o esquema de 4-3-3 para 4-2-4 no intervalo, colocando um atacante a mais para pressionar.

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