Jejum no vôlei gera ansiedade e dificulta busca da seleção feminina por títulos
O Brasil é o país com mais finais de Liga das Nações Feminina de vôlei (VNL), mas ainda não venceu o torneio. A derrota para a Turquia na final de 2026 ampliou a seca de títulos intercontinentais, que dura desde 2017. Comentaristas apontam ansiedade como obstáculo.
Jejum no vôlei gera ansiedade e dificulta busca da seleção feminina por títulos, dizem comentaristas
A seleção brasileira feminina de vôlei acumula uma sequência de vice-campeonatos que já dura quase uma década. O Brasil é o país com mais finais de Liga das Nações Feminina (VNL), com cinco participações na decisão, mas ainda não conquistou o torneio, criado em 2018. A prata mais recente veio no domingo (26), após derrota para a Turquia na final. O resultado ampliou a seca de títulos em grandes competições intercontinentais, a última conquista ocorreu no Grand Prix de 2017.
Apesar da frustração, comentaristas da Globo destacam que o jejum não apaga o bom trabalho feito pela equipe. Para eles, o cenário gera uma ansiedade natural, que precisa ser administrada para que o time avance.
A pressão do jejum e o peso da ansiedade
Segundo Marco Freitas, comentarista da Globo, o maior desafio da seleção brasileira neste momento é lidar com o peso do jejum sem deixar que a ansiedade atrapalhe as campanhas. Ele avalia que a equipe é a mais regular do mundo atualmente, com presença constante em fases decisivas., A seleção brasileira é a mais regular do mundo neste momento. Nenhuma outra equipe chegou a tantas fases decisivas nos últimos anos. Então, o maior desafio é não deixar a ansiedade atrapalhar as campanhas. Tenho certeza que, internamente, afirmou Freitas.
Regularidade que não se traduz em ouro
Mesmo sem o sonhado ouro, a seleção brasileira tem sido presença constante em pódios. A equipe chegou a cinco finais de VNL, mais do que qualquer outro país, mas esbarra na falta de títulos. A última conquista intercontinental foi no Grand Prix de 2017, há quase nove anos.
A derrota para a Turquia na final de 2026 escancarou um padrão: o Brasil chega entre as melhores, mas não consegue fechar o torneio com o primeiro lugar. Para Marco Freitas, o time precisa dar um passo além, e isso passa por controle emocional.
O que muda para a seleção feminina
A análise dos comentaristas aponta que o cenário atual não é de crise, mas de ajuste. O trabalho feito é considerado bom, mas a ansiedade gerada pelo jejum pode ser o diferencial entre a prata e o ouro. A seleção feminina segue como uma das forças do vôlei mundial, mas precisa transformar regularidade em título.
O próximo desafio será lidar com a pressão interna e externa, mantendo o nível de desempenho que a coloca entre as favoritas. A busca pelo título da VNL continua, e a expectativa é que o Brasil quebre o jejum em breve.
Perguntas Frequentes
Por que a seleção feminina de vôlei não ganha títulos?
Apesar de ser a equipe mais regular do mundo, com cinco finais de VNL, o Brasil enfrenta um jejum desde 2017. Comentaristas apontam a ansiedade como um fator que dificulta a conquista de títulos.
Qual foi o último título da seleção feminina de vôlei?
O último título em grandes competições intercontinentais foi o Grand Prix de 2017.
Quantas finais de VNL o Brasil disputou?
O Brasil é o país com mais finais de Liga das Nações Feminina, com cinco participações na decisão.
Quem comentou sobre a ansiedade na seleção feminina?
Marco Freitas, comentarista da Globo, afirmou que o maior desafio é não deixar a ansiedade atrapalhar as campanhas.
A seleção feminina é considerada a mais regular do mundo?
Sim, segundo Marco Freitas, nenhuma outra equipe chegou a tantas fases decisivas nos últimos anos.
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