Olimpicos

Léo Figueiró assume seleção feminina de basquete após saída de Chatman

ResumoLéo Figueiró foi anunciado como novo técnico da seleção feminina de basquete pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) em 23 de janeiro de 2025. A substituição ocorre após a saída da norte-americana Pokey Chatman, que deixou o cargo com pouco mais de um ano e meio de trabalho. Figueiró atuava como assistente técnico da seleção adulta e coordenador técnico desde janeiro.

A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou nesta quinta-feira (23) a saída da técnica norte-americana Pokey Chatman, com pouco mais de 1 ano e meio no cargo. O substituto será Léo Figueiró, assistente técnico da seleção adulta que, em janeiro, passou a coordenar tecnica

Juliana Prado
por Juliana Prado · 23 de julho de 2026
Léo Figueiró assume seleção feminina de basquete após saída de Chatman

Léo Figueiró assume seleção feminina de basquete após saída de Chatman

Nove dias após convocar a seleção brasileira feminina para o Campeonato Sul-Americano, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou nesta quinta-feira (23) a saída da técnica norte-americana Pokey Chatman, com pouco mais de 1 ano e meio no cargo. O substituto será Léo Figueiró, assistente técnico da seleção adulta que, em janeiro, passou a coordenar tecnicamente as categorias de base femininas do Brasil.

Figueiró se notabilizou como treinador dos times masculinos do Botafogo e do Vasco. No comando do Glorioso, foi campeão da Liga Sul-Americana em 2019. Já à frente do Cruzmaltino, conduziu a equipe à Copa Super 8 (disputa dos oito melhores do primeiro turno do Novo Basquete Brasil-NBB) nas temporadas 2023/24 e 2024/25, assegurando presença no Campeonato Sul-Americano. No ano passado, Figueiró foi medalha de prata como assistente técnico da seleção feminina adulta na Fiba AmeriCupW, junto com Pokey Chatman, e foi campeão com a seleção masculina Sub-21 no Sul-Americano.

"Assumir a seleção brasileira feminina é uma grande honra e uma responsabilidade que recebo com muita humildade. Venho acompanhando de perto o desenvolvimento do basquete brasileiro, especialmente através do trabalho que realizamos nas categorias de base. Conheço nossas atletas, nossa realidade e os desafios que temos pela frente. Agora, poder dar continuidade a esse trabalho na equipe principal é uma oportunidade que me deixa muito motivado", disse Léo Figueiró, de 51 anos, que também integrou a comissão técnica masculina ao lado do croata Aleksandar Petrovic no Pré-Olímpico de 2021.

Primeiro desafio: Campeonato Sul-Americano

O primeiro desafio de Figueiró no comando da Amarelinha será o Campeonato Sul-Americano, classificatório para a AmeriCupW, a Copa América do basquete feminino, a partir de 3 de agosto, em Zárate (Argentina). O Brasil está no Grupo B, junto com Venezuela e Chile. Na outra chave estão Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai.

Na primeira fase, as seleções se enfrentam entre si na mesma chave. Quem terminar na liderança do grupo, avança direto à semifinal. Já o segundo e o terceiro colocados disputarão o playoff para se classificar. O torneio distribuirá quatro vagas para a AmeriCupW de 2027, em El Salvador.

O que muda com Léo Figueiró no comando?

Figueiró traz uma bagagem que mistura experiência no basquete masculino de alto rendimento com um olhar recente sobre a formação de atletas femininas. Desde janeiro, ele coordena tecnicamente as categorias de base femininas do Brasil, o que significa que conhece de perto o ciclo de desenvolvimento das jogadoras. Essa transição para a equipe principal não é um salto no escuro, é a continuidade de um trabalho que já vinha sendo feito.

Para quem acompanha o basquete brasileiro, a chegada de um técnico com histórico de títulos e acesso a competições internacionais (como a Copa Super 8 e o Sul-Americano) pode trazer uma abordagem tática mais agressiva, baseada no que ele construiu no masculino. Mas o grande trunfo, na minha visão, é a familiaridade com o grupo feminino: ele esteve na comissão técnica que conquistou a prata na Fiba AmeriCupW no ano passado.

Como funciona o Sul-Americano feminino?

O torneio começa em 3 de agosto, em Zárate, Argentina. As sete seleções são divididas em dois grupos. O Brasil está no Grupo B com Venezuela e Chile. Na outra chave, Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai. Na primeira fase, todos se enfrentam dentro do grupo. O primeiro colocado de cada chave vai direto para a semifinal. O segundo e o terceiro colocados disputam um playoff para definir os outros dois semifinalistas. Quatro vagas para a AmeriCupW de 2027, em El Salvador, estão em jogo.

Perguntas Frequentes

Quem é Léo Figueiró?

Léo Figueiró é um técnico de basquete de 51 anos, ex-treinador do Botafogo e do Vasco. Foi campeão da Liga Sul-Americana com o Botafogo em 2019 e levou o Vasco à Copa Super 8 nas temporadas 2023/24 e 2024/25. Também foi assistente técnico da seleção feminina adulta na Fiba AmeriCupW (medalha de prata) e campeão com a seleção masculina Sub-21 no Sul-Americano.

Por que Pokey Chatman saiu?

A CBB anunciou a saída da técnica norte-americana Pokey Chatman nesta quinta-feira (23), com pouco mais de 1 ano e meio no cargo. A fonte não detalha os motivos da saída.

Quando começa o Campeonato Sul-Americano?

O torneio começa em 3 de agosto, em Zárate, Argentina.

O Brasil já está classificado para a AmeriCupW?

Não. O Sul-Americano distribuirá quatro vagas para a AmeriCupW de 2027, em El Salvador. O Brasil precisa ficar entre os quatro primeiros colocados no torneio para se classificar.

Quem são os adversários do Brasil no Sul-Americano?

O Brasil está no Grupo B, junto com Venezuela e Chile. Na outra chave estão Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai.

campeonato sul-americano feminino de basquete 2026 seleção brasileira feminina de basquete

Leia também

Publicidade