Levantador do Campinas inicia temporada em recuperação após "bolada" no rosto
O levantador do Campinas inicia a temporada da Superliga em processo de recuperação após levar uma bolada no rosto durante um treino. A lesão gerou apreensão, mas o atleta já retomou os trabalhos com a equipe.
Levantador do Campinas inicia temporada em recuperação após "bolada" no rosto
O levantador titular do Campinas, peça-chave no sistema de jogo da equipe, iniciou a temporada 2026 da Superliga em processo de recuperação após sofrer uma bolada no rosto durante um treino preparatório. O incidente, ocorrido em um exercício de ataque, gerou preocupação imediata na comissão técnica, mas exames de imagem descartaram fraturas ou lesões mais graves. O atleta já retomou os trabalhos com proteção facial e deve estar disponível para a estreia no campeonato.
O levantador do Campinas iniciou a temporada 2026 em recuperação após sofrer uma bolada no rosto durante um treino preparatório. O impacto causou um hematoma na região orbital, mas exames descartaram fraturas. O atleta já voltou aos treinos com proteção e deve estar apto para a estreia na Superliga.
A bolada no rosto: como ocorreu o incidente
O lance aconteceu em um treino fechado do Campinas, quando o levantador tentou defender uma cortada forte do oposto da equipe. A bola atingiu o lado direito do rosto, próximo ao olho, provocando um inchaço imediato. O protocolo do clube foi acionado na hora: o atleta foi levado ao departamento médico para avaliação inicial.
Segundo relatos da assessoria do Campinas, o levantador passou por exames de tomografia no hospital local, que confirmaram a ausência de fraturas na órbita ou no nariz. O diagnóstico foi de um hematoma subcutâneo, sem comprometimento da visão ou da mobilidade facial.
Recuperação e retorno aos treinos
Após dois dias de repouso com compressas de gelo, o levantador do Campinas já iniciou a fase de readaptação. O clube adotou medidas de proteção: o atleta passou a usar uma máscara facial de acrílico nos treinos, similar às usadas por jogadores de basquete após lesões na face. A máscara é leve e permite visão periférica, essencial para o levantador, que precisa ler o jogo e distribuir as jogadas.
O preparador físico do Campinas, em entrevista ao canal do clube, afirmou que o atleta manteve o condicionamento com exercícios de baixo impacto durante o período de repouso. "Ele fez trabalho de bicicleta e fortalecimento de membros inferiores. A parte técnica de levantamento foi retomada gradualmente, com bolas mais leves e distâncias menores", explicou.
Impacto no sistema de jogo do Campinas
O levantador titular é o cérebro da equipe, responsável por orquestrar as jogadas e definir o ritmo do ataque. Com sua ausência nos primeiros treinos, o técnico do Campinas testou formações com o reserva imediato, mas a expectativa é que o titular esteja em quadra na rodada de abertura da Superliga.
O Campinas enfrenta o Sesi-SP na estreia, em partida marcada para o ginásio do Taquaral. A torcida campineira aguarda a confirmação da escalação, mas a comissão técnica já sinalizou que o levantador será poupado se houver qualquer risco de recidiva.
Histórico de lesões no vôlei: proteção facial é comum
Lesões no rosto causadas por boladas são relativamente comuns no vôlei de alto rendimento. A velocidade das cortadas, que pode ultrapassar 100 km/h, exige reflexos rápidos dos defensores. No Brasil, casos como o do ponteiro da seleção que usou máscara após fratura no nariz em 2024 são lembrados como exemplos de superação.
O levantador do Campinas, porém, não precisará de cirurgia. A recuperação deve levar de uma a duas semanas, período dentro do cronograma de pré-temporada. "Estou tranquilo. Já voltei a treinar e a máscara não atrapalha. O importante é estar pronto para ajudar o time", declarou o atleta em vídeo publicado nas redes sociais do clube.
Preparação para a Superliga 2026
A Superliga Masculina de Vôlei 2026 começa em outubro, e o Campinas busca melhorar a campanha do ano anterior, quando caiu nas quartas de final. O elenco foi reforçado com dois ponteiros e um central, mas a espinha dorsal continua sendo o levantador titular.
O clube já divulgou o calendário de amistosos, que inclui jogos contra o Minas e o Cruzeiro. A expectativa é que o levantador participe de pelo menos um desses jogos para testar a condição física e a adaptação à máscara.
Perguntas Frequentes
O levantador do Campinas quebrou o rosto?
Não. Os exames descartaram fraturas. O atleta sofreu apenas um hematoma subcutâneo na região orbital, sem comprometimento ósseo ou da visão.
Quanto tempo o levantador vai ficar fora?
O período de recuperação é de uma a duas semanas. O atleta já retomou os treinos com proteção facial e deve estar apto para a estreia na Superliga.
Ele vai usar máscara nos jogos?
Sim. O clube adotou uma máscara facial de acrílico para proteger a região afetada durante os treinos e, se necessário, também nos jogos das primeiras rodadas.
O Campinas tem outro levantador no elenco?
Sim. O elenco conta com um levantador reserva, que vem treinando com o grupo e pode ser acionado caso o titular não tenha condições de jogo.
A bolada pode afetar o desempenho do levantador?
A lesão não compromete a visão ou a mobilidade. Com a máscara e o acompanhamento médico, o atleta deve manter o nível de desempenho esperado para a temporada.