Premiação do SP Open 2026: veja valores por fase
Segunda edição do SP Open está confirmada em 2026 e vai distribuir cerca de 283 mil dólares (aproximadamente R$ 1,455 milhão) entre as atletas. Sem Beatriz Haddad Maia, o Brasil aposta em Naná Silva, Victoria Barros e Laura Pigossi.
O SP Open 2026 está confirmado e vai desembolsar cerca de 283 mil dólares, aproximadamente R$ 1,455 milhão, em premiação para as atletas. O torneio, que chega à segunda edição após grande sucesso no ano passado, acontece no Parque Villa-Lobos até o próximo domingo (20).
A premiação é o ponto que mais interessa a quem acompanha a chave. Em um circuito internacional que reúne algumas das principais tenistas, o valor total do SP Open funciona como ímã de inscrições e como termômetro do próprio crescimento do evento. Não é só o troféu que está em jogo: cada fase avançada mexe direto no bolso das atletas e na projeção delas na temporada.
Sem Beatriz Haddad Maia, que anunciou uma pausa na carreira, o Brasil tem como destaques na chave individual as jovens Naná Silva e Victoria Barros, além da medalhista olímpica Laura Pigossi. A ausência de Haddad Maia reposiciona a expectativa sobre as brasileiras e dá mais peso à campanha de cada uma delas, já que avançar rodada a rodada significa, na prática, acessar faixas maiores da premiação.
A edição de 2026 também tem baixas de peso. A canadense Leylah Fernandez, cabeça de chave número 1, não conseguiu visto e ficou fora do SP Open. A desistência mexe no desenho da chave principal e abre caminho para outras tenistas avançarem e, com isso, alcançarem fases mais rentosas do torneio.
Para o torcedor que vai ao Parque Villa-Lobos, a leitura é simples: cada jogo vale dinheiro e posição. Uma vitória na primeira rodada já muda a faixa de premiação da atleta, e a diferença cresce conforme a competição avança até a decisão de domingo. É o tipo de estrutura que explica por que o SP Open atrai um grupo forte de tenistas internacionais logo na segunda edição.
O torneio também carrega a memória da edição anterior, quando Timea Babos e Luisa Stefani comemoraram o título de duplas. Esse histórico ajuda a entender o patamar que o evento busca manter em 2026, com premiação em dólar e chave internacional no calendário brasileiro.
A próxima rodada decisiva do SP Open define quem segue na briga pelo título e quem avança para as faixas mais altas da premiação. Até domingo (20), o Parque Villa-Lobos concentra a reta final do torneio e a definição de quanto cada campanha vale em dinheiro.