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Zé Roberto alerta sobre Pré-Olímpico preocupante e brinca com Maracanãzinho

ResumoZé Roberto alerta sobre o Pré-Olímpico de vôlei masculino como "preocupante" e brinca com o histórico ruim no Maracanãzinho. O Brasil busca vaga em Los Angeles com respeito aos rivais, reconhecendo a dificuldade do torneio. A declaração do ex-jogador destaca a necessidade de atenção máxima para garantir a classificação olímpica.

Zé Roberto brinca com histórico ruim no Maracanãzinho e faz alerta sobre Pré-Olímpico "preocupante". Brasil busca vaga em Los Angeles com respeito aos rivais.

Vinícius Portela
por Vinícius Portela · 08 de setembro de 2026
Zé Roberto alerta sobre Pré-Olímpico preocupante e brinca com Maracanãzinho

Zé Roberto brinca com histórico ruim no Maracanãzinho e faz alerta sobre Pré-Olímpico "preocupante". A seleção brasileira feminina de vôlei chega ao Sul-Americano de 2026 como favorita, dona de 15 títulos consecutivos, mas o técnico José Roberto Guimarães prega respeito aos adversários. O torneio, disputado no Maracanãzinho, vale vaga nos Jogos de Los Angeles para o campeão.

Após treino aberto na segunda-feira (7), véspera da estreia contra a Venezuela, Zé Roberto elogiou a evolução continental. "Vamos enfrentar adversários perigosos, porque todos na América do Sul melhoraram", disse. "Não é só a Argentina. A Colômbia tem apresentado um vôlei diferente, jogado boas competições. O Chile evoluiu, a Venezuela ganhou recentemente o Sul-Americano sub-17 (em 2025). Existe um investimento geral na base e no adulto."

O técnico classificou o cenário como "um Sul-Americano diferente e preocupante", citando o temor diante do nível técnico elevado. Apesar da hegemonia verde-amarela, o alerta reforça que a campanha no Rio de Janeiro exige atenção máxima desde o primeiro saque. A equipe brasileira busca manter a invencibilidade histórica no torneio continental histórico da seleção feminina no Sul-Americano.

A competição no Maracanãzinho coloca o Brasil diante de rivais em franca ascensão. A Argentina segue como ameaça tradicional, mas Colômbia, Chile e Venezuela chegam com geração renovada. O investimento nas categorias de base, citado por Zé Roberto, muda o equilíbrio de forças na América do Sul.

A estreia contra a Venezuela abre a campanha brasileira. O confronto serve de termômetro para o time comandado por José Roberto Guimarães, que precisa administrar a pressão de jogar em casa e a exigência de confirmar o favoritismo. O próximo desafio após a Venezuela será observado de perto pela comissão técnica tabela do Sul-Americano Feminino 2026.

O Sul-Americano Feminino de vôlei segue até o fim da semana, com o campeão garantindo presença em Los Angeles. O Brasil, dono da maior sequência de títulos da história recente do torneio, tenta transformar o alerta do técnico em combustível para mais uma conquista no Maracanãzinho.

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