Fluminense na Libertadores: Pênaltis trazem trauma de volta
O Fluminense esteve perto de protagonizar mais uma noite épica na Copa Libertadores da América em 2026. Após vencer o Palmeiras por 1 a 0 no Nubank Parque, com gol de Hércules, o Tricolor das Laranjeiras empatou o agregado em 2 a 2. Contudo, a esperança de avançar à final foi frustrada na disputa de pênaltis, onde a equipe carioca foi superada por 5 a 3, revivendo um fantasma doloroso para o clube e sua torcida.
A partida de volta, que se desenrolou com um roteiro similar ao do jogo de ida no Maracanã, viu os erros e a eficiência se inverterem entre as equipes. A decisão de repetir a escalação utilizada no Rio de Janeiro, com a única alteração sendo a entrada de Hércules, demonstrava a confiança da comissão técnica em manter a mesma estratégia. No entanto, a disputa por pênaltis acabou sendo o ponto nevrálgico da eliminação.
O resultado trouxe à tona a memória de 15 anos de espera para exorcizar o trauma do vice-campeonato de 2008. A forma cruel como a chance de conquistar o título da América escapou, através da marca da cal, representa um revés significativo.
Marcão, técnico do Fluminense, comentou sobre as escolhas na marca do pênalti, explicando a razão para Nonato ter batido antes de outros jogadores, e Hulk, que seria o quinto cobrador, ressaltou que a definição seguiu "decisão da comissão". Apesar da identidade demonstrada pela equipe, como exaltou Marcão, o resultado final na semifinal da Libertadores 2026 foi amargo.
O placar final da semifinal foi Palmeiras 0 (5) x (3) 1 Fluminense, em partida válida pela Conmebol Libertadores 2026. O gol de Hércules no tempo regulamentar não foi suficiente para garantir a classificação para o Fluminense, que agora precisa lidar com a frustração da eliminação nos pênaltis.